Skiing in Zakopane – Poland

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Every year, the plan is: organize a summer trip, because I REALLY NEED a real summer, and a winter trip, usually in January, to celebrate my birthday!

I always wanted to learn how to ski and always had in mind to go to Switzerland, but the prices…To expensive! But, in 2012 my friend had a brilliant idea to plan a trip to Poland, and just on my birthday we were landing in polish lands, 5 girls, no skiing skills, loads of wool clothes and love for the polish beer!!

I didn’t really know what to expect once in Zakopane, but it was a lovely experience, nice atmosphere, friendly people and really cheap food and beer! All that a girls trip wanted!

Zakopane has a spectacular location, just 2 hours drive from Krakow, and a beautiful scenery. We arrived late night at the Krakow Airport and had a car waiting to take us straight to our hostel in Zakopane. It took bit more than 2 hours, because of the snow and traffic, as we travelled during the weekend. Everything was booked with our hostel, from the airport transfer to the skiing equipment and clothes. It could not be easier! We stayed at Good Bye Lenin Hostel, bit far from city centre, but just with the most amazing views from the mountains and close enough to the ski slopes.

Waking up everyday with those huge windows facing the white mountains and pine trees, see yourself inside a traditional wooden house, go downstairs still in your PJs for breakfast, was like having a second home in Poland. Very cosy, comfortable, yet clean and well organized was the Good Bye Lenin Hostel.

A guy from our hostel was our ski instructor for a day, and I am sure that was the worse day of his life trying to teach 4 Brazilians (Joice didn’t attend the class, smart move! She saved her body from muscle pain!) how to ski. And of course, for us was fun, so much fun, but hard. While having our class, we felt embarrassed to keep falling every 2 meters and taking 5 minutes to get up each time! Sometimes I would just stop and watch those kids doing it, as they were born with skis on their feet already! They were just amazing and cute!

The Tatra or Tatry Mountains were amazingly beautiful and breathtaking, specially for us who never saw so much snow in our lives! Unforgettable! I couldn’t stop taking pictures everywhere we went over the weekend, landscape was amazing!

Zakopane is a good and cheap alternative for who is looking for a ski holidays or just spend some time by the mountains, doesn’t matter if is winter or summer. During both seasons, the city has loads to offer! Take a day to walk around the street market at Krupówki street, the main pedestrian zone of Zakopane, full of shops and restaurants. Try as many pierogis as you can! And eat the melted cheese that they sell in small wooden houses at the same street. Oh God, that cheese with cranberry sauce was one of the most delicious things I’ve ever tried!!

Photos: Cintia Tanno

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Egito – Imagens do Rio Nilo

Depois do Cairo, hoje é dia de mostrar um pouco do Rio Nilo! Infelizmente não fiz o tão sonhado cruzeiro no Nilo, mas viajei de Norte a Sul de trem e avião, e em todas as paradas, teve um pouquinho do segundo maior rio do mundo! Com 6,671 quilômetros, é possível encontrar muita riqueza e paisagens de tirar o fôlego!

Nas fotos abaixo você vai encontrar um pouco de Luxor, Aswan e Abu Simbel (o sublime templo às margens do Lago Nasser), marcos monumentais da cultura egípcia! Mas hoje as pessoas que habitam aquela parte do país e as belezas naturais vão predominar nas fotos, e só me fazem lembrar o quão magnífica foi essa viagem!

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Paris: Uma semana – Um casaco

Eu já fiz a loucura de fazer um mochilão e levar três casacos. Desapego e praticidade não moravam comigo… Ainda não moram, mas aprendi a fazer malas mais inteligentes e praticar o desapego durante as férias, pelo menos!

Acessórios são a chave para variar aquele mesmo casaco que vai te acompanhar durante as viagens! Cachecol, gorros, luvas, sapatos e até bolsas vão fazer a diferença e dependendo do modelo, pesam muito menos na hora de preparar a mala.

Segundo a previsão do tempo, Paris estaria fria, muito fria. Separei o essencial e no espaço remanescente da mala coloquei tudo de diferente que poderia levar! Fiz milagre! Viajei somente com a mala de mão, poucas variações de roupas e muitos acessórios!

Separei algumas fotos com os diferentes acessórios que levei e o bom e quentinho casaco preto de todos os dias! Estava frio, então vai dar para reparar nos cachecóis reforçados que eu adoro e a boa meia calça preta fio 300. Por alguns dias usava uma fio 100 e outra fio 300 por cima! Economiza espaço na mala e eu acho que esquenta muito mais do que calça jeans!

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Egito – Fotos de um país surpreendente

Minha viagem para o Egito em 2011, foi mais uma das viagens de comemoração do meu aniversário! Passei 10 dias no país, e viajei do Cairo até Aswan, passando por Luxor, Lago Naser e Abu Simbel! Uma viagem de amor e ódio pelo lugar (explico isso em outro post)! Mas não posso ignorar a fotogenia do Egito, que encantaria qualquer fotógrafo!

Hoje começo uma série de posts sobre a terra das Pirâmides, e por que não viajar através das lentes da fotógrafa aqui? Selecionei para o post de hoje algumas imagens do Cairo! Cidade do caos e que requer algumas gotas de paciência para ser explorada!

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Look da Japa – Knee-High Boots

A primavera já está batendo na porta e eu ainda não postei todos os looks de super inverno que usei em Paris. Na verdade, não estava tão frio (para padrões europeus), então não precisei usar muitas camadas, o que facilita muito a vida em viagens durante o inverno. Sei que já dei dicas de como é importante usar roupas em camadas, mas no fim do dia, quando você entra e sai de muitos ambientes quentes, é cansativo ficar tirando e colocando roupa toda hora. Mas uma coisa que adorei e que protege muito bem contra as baixas temperaturas, foi a Knee-Hight boots, aquelas que têm o cano acima do joelho.

Uma bota que nunca fui fã (“Uma linda mulher” feelings), mas que de repente, com novos modelos e uma pegada menos sexy, vamos dizer assim, me conquistou no último inverno. Pena que comprei bem no fim do friozão, e depois da viagem, não consegui usar a bota denovo…

É possível encontrar os mais variados modelos da knee high boots! Comecei me apaixonando pelas flats ou com no máximo um salto médio e hoje já estou adorando até as com salto bem alto. Adorando nas fotos e não desejando, pois sei que não uso salto todos os dias, então no meu caso, o melhor investimento (pois botas são peças caras) é sempre nas mais baixas.

Para a viagem, levei a bota de cano alto e mais duas ankle boots. No fim acabei usando mais a de cano alto, pois com o tempo instável, sabia que com ela, na chuva, vento ou neve, estaria bem protegida! Nestas fotos estava usando meia-calça fio 300, saia de lã, uma veste, camiseta de manga comprida e o jumper vermelho. Para finalizar o casaco e luvas de couro, que não foram necessários durante todo o passeio.

As fotos foram feitas no Museu do Louvre logo pela manhã. Durante um museu ou outro, fizemos umas comprinhas e acabei arrematando um tênis super colorido na Zara (claro) que não tiro do pé até hoje. Confortável e diferente! Posts logo mais com ele!

Cintia Tanno Entre 3 Mundos

Cintia Tanno

Cintia Tanno Entre 3 Mundos

Cintia Tanno Entre 3 Mundos

Cintia Tanno Entre 3 MundosBoots/Bota, Coat/Casaco, Jumper/Blusa, Bag/Bolsa – Zara; Scarf/Cachecol – Zara Man; Skirt/Saia – Forever 21; Gloves/Luvas – Jaeger; Tights/Meia-calça – Penneys

Photos by Piotr Kadziolka

Paris e uma lente 50 mm

Eu costumo dizer que viajar comigo é preciso o dobro de paciência, pois a cada dois passos são 10 cliques na câmera! (ou mais!!) E finalmente encontrei um par perfeito, um namorado fotógrafo,  que tem o olhar curioso de quem está começando no mundo das viagens! (Não que minhas amigas não sejam pacientes! São super pacientes e aprenderam a amar ainda mais a arte da fotografia!)

Então dois aficionados por fotografia, um mais profissional e a outra no meio do caminho, se jogam no meio de Paris e não sabem por onde começar! Vi no olhar dele o mesmo êxtase que senti quando fui para Paris pela primeira vez!

Como desta vez eu estava mais relaxada, e queria aproveitar cada momento sem ficar escondida atrás da câmera, usei o celular para registrar alguns momentos durante dois dias. Só no terceiro decidimos explorar a cidade “fotograficamente”! Saímos empolgados, com todo o equipamento, e já no primeiro clique minha câmera resolve não funcionar! Aff…Na verdade minha lente favorita para viagens, uma Canon 17-85 mm está dando erro! Isto tinha acontecido na viagem para Portugal, mas testei em Dublin antes de ir para Paris, estava OK, e no fim ela pifou denovo no meio da viagem! Enfim, bateu o bode, mas fazer o que…Aproveitei para fazer algo que sempre tive vontade, mas como sempre vou para lugares novos, nunca dedico tempo suficiente para detalhes de uma cidade.

Desta vez, com uma lente a menos na bolsa, saí para fotografar apenas com minha 50 mm, que acho ideal para retratos, mas ela fez um bom trabalho registrando alguns detalhes de Paris que são lindos. Pela terceira vez na cidade, pude direcionar o meu olhar para pequenas coisas que fazem de Paris uma cidade absolutamente linda!

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Jardin du Luxembourg

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Escadaria – Margem do Rio Sena

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 Place de l'Hôtel de ville

Place de l’Hôtel de ville

The Latin Quarter of Paris

The Latin Quarter of Paris

The Latin Quarter of Paris

The Latin Quarter of Paris

The Latin Quarter of Paris

The Latin Quarter of Paris

 Fontaine de Medicis, Jardin du Luxembourg

Fontaine de Medicis, Jardin du Luxembourg

Jardin du Luxembourg

Jardin du Luxembourg

The Latin Quarter

The Latin Quarter

Eiffel Tower

Eiffel Tower

St-Germain-des-Pres

St-Germain-des-Pres

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Carrousel - Hotel de Ville

Carrousel – Hotel de Ville

Photos – Cíntia Tanno

Look da Japa – La Tour Eiffel

Não tem como pensar em Paris e no mesmo momento, não lembrar da torre mais bonita do mundo! Para inaugurar a série de posts sobre Paris e o primeiro Look da Japa do ano, toda a magia de uma das vistas mais incríveis da cidade luz!

Apesar de não gostar de viajar muito no inverno, esta foi uma viagem especial para comemorar meu aniversário e levar o amor para Paris pela primeira vez. Esta foi a minha terceira viagem para a cidade e posso dizer que é sempre como a primeira vez, ou até mesmo melhor! Sem perrengues, com mais experiência na cidade, aproveitei muito melhor, comi em lugares incríveis, me hospedei em um apartamento no Marais super confortável e aconchegante e tivemos tempo suficiente para conhecer vários museus e ainda admirar a cidade que é linda por si só! Vou postar todas as dicas durante esta semana aqui no Entre 3 Mundos!

Voltando ao look…Estávamos esperando um frio de -9 graus na cidade, mas São Pedro foi generoso, e nos presenteou com um clima muito mais ameno e agradável para passear, facilitando assim na hora de se vestir também. Apesar da neblina, conseguimos fotografar um dos meus looks favoritos no Trocadero, e a torre estava lá, lindíssima, mesmo com o topo escondido pelo nevoeiro!

Escolhi a saia midi que é uma ótima opção para dar uma diferenciada nas roupas de inverno. Depois que me mudei para a Europa, as calças jeans foram devagar ficando no armário e as meias- calças, leggings e saias foram tomando conta das produções para os dias mais gelados. Acho o jeans muito frio para as temperaturas daqui, então prefiro meias, botas, todos os tipos de saias, vestido e shorts para o inverno!

Ao contrário do que dizem por aí, a saia midi pode ser usada por todas as mulheres, só precisamos saber como respeitar as proporções do corpo e não achatar a silhueta.

No inverno os tons sóbrios são bem vindos e facilitam na hora da produção, pois combinam muito bem com a meia calça preta e para alongar ainda mais a silhueta, combinar com um sapato também preto, dando a impressão de perna mais longa. No verão, quando não precisamos das meias, usar um sapato nude também vai dar a mesma impressão de pernas mais longas. A idéia é não criar linhas que “cortem” o corpo. Por exemplo, uma saia cinza, com a meia preta e um sapato vermelho achataria muito mais a silhueta do que usando um sapato preto que cria a ilusão de “continuação” da perna. O salto também é um grande aliado da saia midi, principalmente para as mais baixinhas.

Outra dica é sempre escolher modelos de cintura mais alta e deixar sempre a mostra o começo da saia, também criando a ilusão de pernas mais longas. O segredo é esconder onde termina a nossa cintura e onde começam as pernas. Para quem tem o quadril mais largo, as saias com modelagem em ” A” ajudam a equilibrar a silhueta e são as minhas favoritas, até para as magrinhas!

Saia Midi Midi Skirt

Saia Midi Midi Skirt

Saia Midi Midi Skirt

Saia Midi Midi Skirt

Saia Midi Midi Skirt

Saia Midi Midi Skirt

Saia Midi Midi SkirtSaia /Skirt – Zara, Camiseta/T-shirt – Forever 21, Bota/Boots – Zara, Cachecol/Scarf – Penneys, Bolsa/Bag – Zara, Luvas/Gloves – Jaeger, Gorro/Hat – Penneys, Casaco/Coat – Zara

Photos by Piotr Kadziolka

Seguro saúde de viagem – indispensável

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Começar a planejar um intercâmbio traz tantas expectativas boas que às vezes esquecer de algo muito importante torna-se comum, sua saúde. É claro que na expectativa de saber para qual país viajar, os amigos que vai fazer, todos os novos lugares que poderá conhecer não é difícil esquecer que estamos  sempre muito vulneráveis a qualquer coisa, e essa vulnerabilidade pode se tornar mais complicada no exterior.

Nínguém vai viajar pensando na gripe que vai pegar no inverno,  no pé que poderá quebrar durante sua viagem à Paris ou aquela pedra no rim que pode surgir a qualquer momento, mas estar preparado para certos imprevistos é bom e muito inteligente.

Um seguro saúde internacional deve ser uma das primeiras coisas a se pensar durante o planejamento de uma viagem ou de um intercâmbio estudantil. Certamente alguém poderá te falar que não é necessário, que nunca vão te pedir a cópia da apólice na imigração do aeroporto, mas é bom saber que, se algum oficial da imigração te pedir o seguro e você não tiver nada em mãos, a possibilidade de negarem a sua entrada no país é quase certa. Então pense bem, a economia pode sair bem cara e acabar com os sonhos de uma viajem internacional ou com o seu intercâmbio.

Para se ter uma idéia, todos os países do Tratado de Schengen pedem o seguro obrigatório no valor mínimo de 30.000 Euros. Se você for viajar para qualquer um dos países integrantes da União Européia (todos fazem parte do tratado, excluindo Irlanda e Reino Unido, mas estes já pedem o seguro obrigatório também), ou para Islândia, Suíça e Noruega, que também fazem parte do tratado, é exigido que se comprove ao tentar entrar no país, além dos seus recursos financeiros e comprovante de hospedagem, a cobertura mínima de um seguro médico internacional. É bom lembrar que isso vale tanto para intercambistas quanto para turistas.

Não pense que isso vá encarecer sua viajem ou que o intercâmbio não vai se tornar viável, é apenas uma segurança e um adicional que pode fazer toda a diferença e salvar muito mais dinheiro mais tarde. Hoje todas as agências de intercâmbio e turismo já têm incluso nos preços o valor do seguro saúde internacional, e se isso não está claro, questione sua agência sobre valores de seguro, como comprar separadamente e o que o seguro cobre. Se você vai viajar por exemplo, para alguma estação de esqui, é possível pagar um pouco mais e ter um seguro especial para esportes de risco.

Existe uma cobertura básica obrigatória que é para riscos de morte acidental ou invalidez por acidente  parcial ou total. Também é possível adicionar outras coberturas como fisioterapia, assistência odontológica, dispesas farmacêuticas,  extravio de bagagem, danos a mala, perda de documentos  e até traslado do corpo, em caso de morte. Tudo por um preço reduzido se você está prestes a estudar no exterior, especialmente por causa da estadia mais longa. 

Quando eu decidi fazer o intercâmbio e fui pesquisar preços em agências, todas ofereceram o seguro saúde, que na época ainda não era obrigatório na Irlanda, mas que mesmo assim comprei por um ano, e paguei algo em torno de 100 dólares.  Mesmo com o seguro saúde em mão, fiz meus exames no Brasil antes de viajar, comprei uma lista interminável de remédios, como antibióticos, antinflamatórios, remédio para dor de estômago, dor de cabeça, cólica, dor muscular e com meu seguro, viajei para a Irlanda.

O primeiro ano de intercâmbio foi ótimo, não tive nenhum problema de saúde e quase não usei os remédios que tinha trazido. No máximo tomei um antigripal ou algo para dores musculares depois daquele dia duro de trabalho e foi só. Quando completei um ano por aqui e resolvi renovar meu visto, relaxei e não comprei o seguro saúde denovo. Não tive tanta sorte assim como no primeiro ano.

A primeira gripe forte veio e precisei comprar remédios mais caros e fortes para ver se melhorava. Não precisei ir para nenhum hospital , na verdade não fui porque não tinha seguro, então resolvi esperar para ver se melhorava sozinha em casa. Muito errado! Depois vieram as infecções de urina. Na primeira minha mãe mandou remédio do Brasil e dei sorte que a caixa chegou na mesma semana que ela tinha enviado. Na segunda não tive escolha e tive que consultar um médico. Na tentativa de fugir da longa fila de espera nos hospitais públicos,  que não são de graça para não europeus, resolvi ir para um médico particular. Fiz exame de urina, paguei consulta, remédios e ainda tinha que esperar de um a três meses por uma consulta em um hospital especializado para que pudessem investigar o por quê de tantas infecções . Desisti da investigação. Mais uma vez errado, não cuidei da minha saúde como deveria!

Mas o pior ainda estava por vir. Depois de três anos sem voltar para o Brasil, resolvi que passaria um mês de férias em Janeiro de 2010. Em Dezembro, já em clima de férias e encantada com a neve que caía em Dublin, abusei das horas fora de casa e acabei com uma infecção bem forte na garganta. Tomei um remédio que tinha em casa, fiquei em repouso, a dor passou e logo voltei a trabalhar e passear no clima congelante que estava na época. Não fiz o tratamento adequado e talvez aquilo tenha desencadeado algo muito sério mais tarde.

Finalmente o dia da viagem tinha chegado, estava super animada para curtir o verão brasileiro e lá fui eu para o aeroporto. Durante o vôo comecei a me sentir um pouco mal, nada que pudesse ser levado em consideração, mas me sentia desconfortável, como o começo de uma gripe, e como estava doente há poucos dias atrás, achei que a gripe tinha voltado. Quando cheguei em São Paulo para fazer a conexão para Londrina, descobri que só uma mala tinha chegado, a menor, e a outra tinha extraviado, para meu azar. Tentando resolver o problema da mala, acabei perdendo a conexão para Londrina e tive que comprar outra passagem. Se eu tivesse um seguro viagem, poderia receber reembolso.

Consegui um vôo para o mesmo dia, mas este sairia do aeroporto de Gongonhas e até o horário do vôo fiquei na casa de amigos em São Paulo. Consegui dormir por algumas horas e quando acordei quase não tinha voz, sentia dor na garganta e formigamento nas mãos e nos  pés. Achei que minha gripe tinha voltado e que minha circulação não estava muito boa por causa das longas horas sentada dentro do avião.

Quando finalmente cheguei em casa e vi toda minha família, eu não tinha voz para conversar e contar todas as novidades.  A sensação de formigamento também não melhorava, mesmo depois de dois dias no Brasil. Em uma semana eu perdi todos os movimentos do meu corpo, inclusive do meu rosto, a perda foi gradativa, dia após dia, começou pelas pernas e foi subindo até a cabeça. Eu não perdi a sensibilidade, mas não tinha forças nem para mexer um dedo do pé. Depois de sete diagnósticos errados, finalmente fui diagnosticada com Síndrome de Guillain-Barré, uma doença neurológica auto-imune rara, que atinge uma em cem mil pessoas. Fiquei uma semana na UTI correndo risco de ter uma parada respiratória e mais três semanas no hospital em observação.

Tive alta em Fevereiro, um mês depois de ter chegado no Brasil e quando deveria estar voltando para a Irlanda. Mas a alta não significava a volta dos meus movimentos. Ainda fui para casa usando cadeira de rodas, fiz meses de fisioterapia e voltei a andar perfeitamente em Abril. Me senti pronta para voltar para a Irlanda em Junho de 2010, mesmo sabendo que os movimentos do meu rosto não tinham voltado 100% ainda.

A causa? Ninguém sabe. Como é uma doença auto-imune, o meu corpo tentou se defender de algo e perdeu o controle, destruindo assim parte do próprio corpo. Talvez aquela dor de garganta que tinha sentido na Irlanda e que não tinha feito o tratamento adequando, pode ter desencadeado a Síndrome. O corpo ainda estava tentando combater a infecção, mas acabou combatendo mais do que deveria.

Sei que muita gente me achou louca de querer voltar e ficar tão longe da minha família denovo e sempre me perguntam se eu não tenho medo. Eu quis voltar porque ficar no Brasil daquele jeito não fazia parte dos meus planos, eu não tinha planejado uma vida lá denovo, só minhas férias, e queria voltar para rever todos que tinha deixado aqui em Dublin e que por alguns momentos no hospital, achei que nunca mais os veria. Medo eu tenho, ainda mais por tudo que eu passei, mas a vida continua.

Não precisamos pensar em casos como este para comprar um seguro saúde ou um seguro viagem completo. Alguns detalhes não devem ser esquecidos e qualquer coisa pode acontecer com qualquer um, em qualquer lugar. Aquela história de achar que nunca vai acontecer com a gente, pois então, sempre tinha pensado assim, e o destino provou o contrário.

A vida é frágil e nenhum gasto a mais para previnir algo relacionado a saúde deve ser considerado como um gasto supérfluo. Todos sabemos o quanto é caro um atendimento particular no Brasil, agora imagina os custos no exterior, e em alguns casos além do preço o sistema médico pode ser nada eficiente.

Eu tive a grande sorte da doença ter se manifestado quando eu já estava no Brasil, e se tivesse acontecido na Irlanda? Se a paralisia do meu corpo tivesse acontecido por completo fora do Brasil, como eu faria para voltar e fazer um tratamento no meu país? Se não fosse possível, com que dinheiro eu faria um tratamento no exterior? E a família? Eu não tinha seguro…

É importante investir em um seguro saúde internacional não só em casos de intercâmbio, mas também para quem já vive aqui há algum tempo e viaja  mundo afora como turista. Lembrando de todas as minhas viagens, hoje é possível listar todos os riscos que passei por nunca ter comprado um seguro. E uma viagem para o Brasil não deve ser tratada de forma diferente.

Se você tem uma doença pré-existente, procure uma gência e pergunte se há algum tipo de seguro que cubra as despesas de um tratamento no exterior durante seu intercâmbio. Se está super saudável, também não deixe de comprar o seguro certo antes da sua viagem, para que nenhum imprevisto acabe com seus planos. Também lembre-se que você está contratando um serviço, então no caso de dúvidas, não deixe de perguntar nada para sua agência antes da viagem. Sempre carregue uma cópia da apólice do seguro com você e antes de tudo, cuide-se!

Sobre a minha história e informações sobre a Síndrome de Guillain-Barré você pode encontrar no meu blog “Lembranças de Guillain-Barré” www.guillainbarre-cintia.blogspot.com, onde ainda estou contando as etapas e minhas vitórias durante a evolução e cura da doença.

Começou como intercâmbio…Hoje…Estilo de vida…

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Cruzar fronteiras, atravessar oceanos e chegar em diferentes continentes é o sonho de muita gente. O verbo “viajar” encanta muitos em todo o planeta, mas na maioria das vezes só viajar não é o suficiente. A oportunidade de conhecer diferentes culturas pode não fazer parte de todo ambiente familiar, por diferentes motivos, mas não significa que concordar com os fatos seja o ponto final de uma história.

Por muitos anos aceitei a vida da forma como foi imposta para mim, não que isso seja ruim, mas no fundo não conseguia encontrar nada que fizesse me conformar com tais fatos.  Meus olhos queriam ver o mundo! Por anos a fio fui vendo colegas de classe indo para os Estados Unidos comemorar aniversário de 15 anos, outros planejando o intercâmbio cultural de High School, onde você passa um ano em outro país morando com outras famílias e finaliza um ano letivo escolar, e sempre fui me perguntando, quando vai ser a minha vez?

Fazer um intercâmbio sempre significou muito para mim, principalmente pelo fato da pessoa estar totalmente imersa em outra língua. Ficava imaginando se por um acaso,  uma oportunidade dessas surgisse na minha vida, também seria capaz de aprender uma outra língua assim como os outros.  Intercâmbio se resumia em aprender uma língua estrangeira , morar com uma família estranha e se fosse permitido, algumas viagens para fechar o programa. A minha vez finalmente chegou, e na hora certa, mas o jornalismo veio primeiro.

Ter cursado uma faculdade antes de realmente decidir correr atrás daquele sonho escondido, com certeza fez uma importante diferença e me deu um bom background para enfrentar a vida no exterior. Me formei e cinco meses depois estava aterrisando em Dublin e a minha história de intercâmbio estava sendo formada.

E agora, aconteceu, cheguei na Europa, e aí? Aos vinte e um anos, depois de quatro morando sozinha, cheguei na casa da família que me hospedaria, e foi lá que toda a fantasia acabou. Minha hostfamily praticamente não existia, então o suporte que eu estava esperando também não existia. A cidade fui conhecendo através das pessoas que foram aparecendo na minha vida, dia após dia. A escola foi importantíssima para a introdução da língua e cultura local, mas a interação multi-cultural entre os alunos era o que mais me encantava. Não só entre os estrangeiros, mas as diferentes histórias, das mais diferentes pessoas e de lugares do Brasil que nem sequer tinha chegado perto. Aprender com a história dos outros, se surpreender com os diferentes estilos de vida e conhecer as diferentes razões que levaram todos para o mesmo lugar foi o começo do meu intercâmbio.

As semanas se passam, você já está morando em outra casa, na maioria das vezes dividindo quarto com algum amigo ou desconhecido, a rotina chega e com a ela a realidade dos empregos. Tenho certeza que todos que participam do mesmo programa – curso de inglês e trabalho –  chegam com a mente mais do que preparada para enfrentar qualquer tipo de emprego, mas a prática é diferente e as situações nem sempre agradáveis. Cada situação difícil, o constrangimento em alguns momentos e a sensação de humilhação por qual passei não foram suficientes  nem para pensar em desistir. Claro que isso não significa baixar a cabeça para todas as situações que te incomodem, tanto que deixei meu primeiro emprego por não aceitar o excesso de má educação do meu chefe, então você deve distinguir até onde depende de você melhorar e onde começa a falta de compreensão e educação dos outros. O começo é  difícil na maioria das vezes por causa da língua, mas nada como o tempo, a convivência e as experiências não ajudem a fluência chegar.

Intercâmbio então foi criando um significado distinto na minha cabeça. Minhas experiências eram diferentes, e assim fui encontrando o meu caminho.  O primeiro ano foi de total adaptação, então não consegui tempo e nem dinheiro para viajar. Tive que decidir entre usar o que eu tinha juntado para fazer um mochilão no fim de um ano na Irlanda ou comprar outro curso e continuar a vida por aqui. Descobri que não precisava seguir necessariamente os planos formados no Brasil, e que a partir daqui a história poderia ser outra. Resolvi renovar meu visto para mais um ano, focando cada vez mais na língua e nas viagens.

As experiências foram ficando cada vez mais diversificadas. Os empregos foram mudando e tive a oportunidade de trabalhar numa fábrica de refrigerantes, lavando louça de uma cozinha industrial, lugar o qual fiz questão de esquecer o endereço, de tão pesado que foi o primeiro e último dia de trabalho, até a oportunidade de trabalhar no escritório financeiro de uma grande loja de departamentos da cidade. Foram os mais variados tipos de empregos, alguns certamente não fariam parte da rotina brasileira, mas cada lugar adicionou um pouco mais na pessoa que sou hoje. O modo como você vê a vida, como trata as pessoas, como almeja algo e como aprender a lidar com a paciência.

O intercâmbio de repente deixou de ser aquele sonho de morar fora por um ano e começou a se  tornar uma nova forma de administrar a vida. E foi exatamente isso que foi acontecendo durante os anos, uma nova vida foi sendo planejada a partir daqui. As salas de inglês foram deixadas para trás, e no lugar as aulas de business criaram novos desafios. As viagens foram acontecendo naturalmente depois de uma certa estabilidade financeira e num emprego que permitisse isso.

Londres foi a primeira viagem, assim como muitos outros, talvez por causa das passagens tão baratas para o Reino Unido, através das empresas aéreas de baixo custo. Depois veio Escócia, Bélgica, Irlanda do Norte, Alemanha, Italia, Espanha, Noruega, Grécia, Índia, Egito, Israel, Jordânia, Turquia…E o portão do mundo estava aberto para mim.

Antes de escrever esse texto eu me dei conta que há muitos anos não usava mais a palavra “intercâmbio”. Depois de seis anos aqui acho que não me considero mais uma intercambista, mas aprendi muito na época que ainda me sentia como uma. O intercâmbio foi mudando de forma porque eu decidi assim e fui feliz na minha escolha. Não cheguei no país com planos de fazer dinheiro e voltar para o Brasil, mas também não planejei ficar todo esse tempo e não tinha certeza se tudo daria certo para ficar o um ano planejado. Fui deixando a vida levar e fui me descobrindo durante os seis anos que moro fora. A vida fora do país, independente do jeito que você planeje, independente do período que você fique, será sempre uma grande experiência na vida de qualquer um.

O intercâmbio abriu as portas, o jornalismo e a fotografia me ajudam a ver com mais detalhes tudo a minha volta. A liberdade de expressão da Europa fez crescer uma nova paixão, quase avassaladora, a moda! O contato com as mais diferentes culturas, seja através das viagens, colegas de trabalho ou às vezes só através da gastronomia, são impagáveis.  Hoje os sonhos são outros e os planos a curto e longo prazo também.  A partir do intercâmbio  me tornei cidadã do mundo e com certeza uma viajante incansável.

Cintia Tanno

 

Jordânia na Yeah Brasil de Agosto

Mais uma revista Yeah Brasil fresquinha para vocês. Este mês a matéria de turismo foi sobre a Jordânia. Um dos países mais incríveis que já visitei, deixou saudades e memórias incríveis! Para quem está programando uma viagem para Israel, não pode deixar de separar pelo menos 3 dias e conhecer um pedacinho da Jordânia, que tem como maior tesouro, a cidade perdida de Petra.

Segue na íntegra a matéria logo abaixo e com mais algumas fotos! Para quem ainda não conhece, a Yeah Brasil News Brazil é uma revista destinada a comunidade Brasileira, em especial estudantes que estão ou querem passar um temporada na Irlanda. A Revista tem circulação na Irlanda, França e no Brasil. Não deixe de acessar o site da Yeah Brasil aqui para mais matérias sobre cultura, música, vida em Dublin e muito mais!!

Yeah petra

Petra, na Jordânia, uma das maravilhas do homem, fascina pelos segredos e belezas naturais

Escondida por cânions e grandes montanhas que criam de longe uma paisagem que mescla tons de areia, amarelo e rosa, Petra com certeza é um dos principais roteiros para quem quer conhecer um pouco do Oriente Médio e sem dúvida nehuma o maior tesouro da Jordânia.

Cíntia Tanno

Jordan Cintia Tanno

Com deslumbrantes fachadas cravadas nas paredes rochosas de um lugar que parece ter sido esquecido pelo tempo, uma das sete maravilhas do mundo, Petra tira o fôlego de qualquer um que decide visitar a Cidade Perdida.

Localizada no que é hoje o sudoeste do Reino Hachemita da Jordânia, a cidade já foi um ponto estratégico para o comércio.  Os Nabateus, uma tribo árabe nômade que se fixou na região, foram os responsáveis pela prosperidade de Petra. Ali construíram  magistralmente imponentes templos e tumbas, rede de cisternas que cortavam a cidade, represas, canais e até teatros com capacidade para três mil pessoas. O império Nabateu  reinou como centro comercial entre os anos 400 a.C. e 106 d.C. sendo a principal rota de caravanas que transportavam especiarias, seda, incenso e mirra pelo Oriente Médio. A importância do comércio começou a diminuir, quando Roma tomou posse da cidade e as rotas marítimas começaram a aumentar consideravelmente.

Por volta do ano 700, Petra caiu no esquecimento e começou a ser chamada de “cidade perdida”, onde apenas os beduínos locais sabiam sua exata localização e assim a guardaram até 1812. No mesmo ano, um explorador suíço conseguiu redescobrir a cidade, se disfarçando de beduíno e fazendo o mesmo caminho que hoje, todos os turistas fazem até chegarem em uma das principais atrações de Petra, o Tesouro.

Petra por Cintia Tanno

Petra está localizada a cerca de três horas da capital Amã e deveria ser destino obrigatório mesmo para quem está viajando por países vizinhos como Israel e Egito. Há várias maneiras de atravessar a fronteira entre países, tanto de ônibus ou carro para os turistas independentes ou comprando pacotes de turismo, vendidos tanto em Israel como no Egito. Para brasileiros, o visto de entrada é concedido na fronteira e custa 20 Dinares Jordanianos, cerca de 21 Euros.

Uma vez no país, as paisagens surpreendentes vão encher os olhos de quem está conhecendo pela primeira vez a região. Passeios de carro 4×4 pelo deserto de Wadi Rum encantam turistas do mundo todo e um jantar ou até mesmo se hospedar em acampamentos beduínos fazem toda a diferença durante a viagem. Totalmente equipados com tendas confortáveis, banheiros e cozinha o acampamento é uma opção confortável e segura, mesmo para aqueles que num primeiro momento tendem a desconfiar de tanta hospitalidade.  Geralmente depois do jantar, os beduínos se juntam para cantar ou contar histórias em volta da fogueira, oferecendo o tradicional chá jordaniano. Pelo menos uma noite em um dos inúmeros acampamentos de beduínos deveria ser uma experiência obrigatória para todos os turistas.

Petra por Cintia Tanno

Petra por Cintia TannoPasseio exige muita caminhada

Para entrar no complexo de Petra e finalmente conhecer e explorar a cidade perdida, não custa muito barato, cerca de 50 Euros por pessoa, mas cada centavo investido é válido para tamanha experiência. Roupas confortáveis, um bom tênis e muita água são extremamente necessários para quem vai passar o dia caminhando entre as paredes rochosas ou enfrentando muitos degraus e escaladas para conseguir chegar em lugares onde a vista é de tirar o fôlego.

Para conseguir ver com calma tudo que Petra tem para mostrar, é necessário pelo menos dois dias de muita caminhada pelos 5,2 quilômetros quadrados da cidade antiga. Além de ser gigantesca, muitos locais são imperdíveis e de difícil acesso. Há quem se arrisque em conhecer a cidade a cavalo, burro e carroças, todos oferecidos por beduínos que vivem do turismo na região, mas nada como caminhar e fazer tudo com tranquilidade e ao seu tempo.

O passeio começa por uma grande área com paisagem lunar. Ali os primeiros beduínos vão fazer contato, oferecer passeios e serviço de guia turístico. Sempre muito simpáticos e amigáveis, sem serem incansavelmente irritantes, como na maioria dos países árabes, encantam os turistas com os olhos contornados pelo kajal, lápis preto que todos os homens usam, segundo eles para proteger os olhos da poeira e do Sol.

A paisagem começa a ficar ainda mais impressionante quando as trilhas começam a entrar pelo Siq, um sinuoso desfiladeiro, com paredes de até 200 metros de altura. Ali é possível observar a incrível mudança de cores das paredes conforme a luz do Sol. Do salmão ao vermelho, as formações rochosas são um espetáculo da natureza.

Depois de percorrer cerca de um quilômetro pelo Siq, a atração mais conhecida de Petra aparece grandiosamente entre as rochas e da lugar para mais admiração. O Al-Khazneh, mais conhecido como O Tesouro,  encanta com seus 30 metros de largura e 43 metros de altura. Esculpido na rocha rosada, impressiona pelos detalhes e sem dúvida é um dos maiores tesouros de Petra. Foi construído para ser o túmulo de um importante rei nabateu. Tanto os caminhos do Siq, quanto o Tesouro, foram cenário de uma das cenas mais clássicas do filme “Indiana Jones e a Última Cruzada”.

Petra por Cintia Tanno800 degraus

Continuando a caminhada pelas ruas de Petra, tumbas mais simples, igrejas, teatros e placas apontando diferentes miradouros no topo das rochas são pontos de parada para os turístas que ainda estão em busca da foto perfeita ou ainda têm fôlego para encarar subidas íngrimes entre as pedras.

Para os que querem chegar até a pedra do sacrifício, onde mais uma vez a natureza se faz presente com paisagens fantásticas do deserto, é necessário enfrentar mais 800 degraus até o outro extremo da cidade. Lá não só belas paisagens naturais são estrelas, mas também o famoso Monastério.  Um impressionante templo esculpido em um paredão de cor amarelada, faz valer cada passo dado durante o dia e ali recebe a contemplação de todos os turistas que decidem sentar,descansar e se encantar com o uma das maravilhas da natureza e do homem.

Nas principais ruas de Petra, é possível encontrar banheiros extremamente bem cuidados, muitas lojas de souvenirs, restaurantes e pequenas tendas onde beduínos vendem sucos, refrigerantes, água e ali sentam com você, contam sua história de vida e não perdem a chance de mostrar quão bom é morar em Petra. Não se cansam de repetir quantos turistas nunca mais deixaram a cidade e assim quase sem perceber o você vai embora completamente apaixonado pelo lugar que um dia ja foi a “cidade perdida”.

Petra por Cintia Tanno

Petra por Cintia Tanno

Petra por Cintia Tanno

Petra por Cintia Tanno

Petra por Cintia TannoFotos – Cintia Tanno